sexta-feira, 20 fevereiro 2026
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Prefeitura de Lucas do Rio Verde apresenta prestação de contas do 2º quadrimestre de 2025

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Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi

Nesta quinta-feira (25), a Prefeitura de Lucas do Rio Verde apresentou, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Cidade, em audiência pública na Câmara Municipal, a prestação de contas do 2º quadrimestre do exercício 2025. O encontro serviu para demonstrar como foi utilizado o dinheiro público nos 8 meses do ano, atendendo a Lei de Responsabilidade Fiscal 101/2000.

Foram apresentados os resultados da Administração Direta (Prefeitura e Câmara) e da Administração Indireta (Saae e Previlucas). Até o mês de agosto de 2025, o Executivo Municipal arrecadou um total de R$ 592,316,027.35, o que representa 70.55% do valor previsto para o ano, que é de R$ 839,609,447.26. 

De acordo com os números apresentados da receita tributária, que inclue ISS, IPTU, entre outras, somam R$127,594,053.95 ao todo, uma porcentagem de 65.94% sobre a receita prevista. 

As aplicações na Saúde atingiram R$ 80,988,000.80, o que representa 27.84% das receitas de impostos e transferências, quando o mínimo estipulado na meta fiscal é 15%.  

Na educação a aplicação é de R$ 73,435,958.13 correspondendo a 24.99% dos recursos de impostos considerados na base de cálculo. As despesas realizadas com profissionais da educação básica (com recursos do FUNDEB) é de R$76,649,657.94 (85.64%), sendo o mínimo estipulado por lei de 70%.

A Lei de Responsabilidade Fiscal também determina que os gastos com pessoal não ultrapassem o limite prudencial de 51,30% e, atualmente, o Executivo de Lucas do Rio Verde está abaixo desse limite, destinando 43.80% para esse fim.

O analista administrativo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Cidade de Lucas do Rio Verde, Welder Maciel fez um balanço sobre a prestação de contas do segundo quadrimestre de 2025, mostrando que o poder público vem fazendo o dever de casa. “É fundamental um acompanhamento rigoroso e contínuo para que a arrecadação se converta em benefícios reais para a sociedade, sem comprometer o futuro. A sustentabilidade financeira é a base para continuarmos prestando serviços públicos de qualidade”, destacou.