Tio de Michelle Bolsonaro é preso por suspeita de integrar grupo criminoso

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Montagem | DIvulgação

O tio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Gilberto Firmo Ferreira, 52, foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Distrito Federal por suspeita de integrar um grupo criminoso de furto de carros. A prisão foi realizada nesta quarta-feira (26). 

A operação foi conduzida pela Divisão de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos, da Corpatri (Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais). Os agentes monitoravam um carro alugado de forma irregular e que estaria sendo usado para atividades criminosas. A investigação levou a polícia até um imóvel onde mais veículos seriam ocultados por Gilberto, que foi acusado de servir com apoio logístico para a atuação do grupo criminoso. 

No local, os agentes encontraram um VW/Tera e uma caminhonete GM/S10 com registro de furto e roubo, além de peças sem comprovação de origem. 

Gilberto foi conduzido a uma unidade policial e permanece à disposição da Justiça. Sua defesa alegou que o caso “ainda está em fase inicial de apuração” e que após análise dos autos fornecerá mais informações. 

Preso por armazenar conteúdo pornográfico infantil

Gilberto Firmo Ferreira já havia sido preso em agosto deste ano por armazenar conteúdo pornográfico infantil no celular. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO).

Segundo a Polícia Civil, foram encontradas imagens e vídeos de cunho sexual infantil no celular do investigado, o que resultou na prisão em flagrante.

Em depoimento, ele confessou que integrava um grupo no Facebook com outras cinco pessoas, onde trocava vídeos ilegais. Admitiu ainda que sabia do conteúdo criminoso armazenado no aparelho e alegou que teria pedido aos demais membros do grupo para que parassem de enviar os arquivos. Segundo ele, o celular usado era um presente de um amigo.

Gilberto passou por audiência de custódia e recebeu liberdade provisória, com medidas cautelares impostas:

  • Obrigação de comparecer a todos os atos do processo;
  • Proibição de ausentar-se do Distrito Federal por mais de 30 dias;
  • Manutenção do endereço atualizado junto à Justiça.

Ele responderá pelo crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), cuja pena máxima é de quatro anos de prisão.

Fonte: Revista Fórum