As cotações de praticamente todos os produtos da cadeia suinícola registram queda significativa em diversas regiões acompanhadas pelo Cepea, Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada.
Especialistas apontam que o recuo está relacionado principalmente ao período de férias escolares, que reduz a demanda interna, e ao aumento da oferta de animais vivos e da carne suína no mercado.
No atacado, a diminuição das cotações domésticas levou frigoríficos a priorizarem os embarques internacionais, em busca de maior rentabilidade.
Essa estratégia reflete uma tentativa de equilibrar a oferta e manter a lucratividade mesmo diante da retração do consumo interno.
Dados da Secex, Secretaria de Comércio Exterior do Governo Federal, confirmam que, apesar do cenário de baixa nos preços domésticos, a média diária de embarques de carne suína em janeiro permanece estável, em torno de cinco mil toneladas, similar ao observado ao longo de 2025.
