Moradores de 17 das 27 capitais brasileiras pagaram mias pela cesta básica de alimentos em dezembro.
É o que revela levantamento realizado pelo Dieese, em parceria com a Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento.
Maceió registrou a maior alta, de 3,2%.
Em Belo Horizonte, Salvador e Brasília, a alta ficou em torno de 1,5%. Em Teresina, Macapá, Goiânia e Rio de Janeiro, a alta média também foi superior a 1%
Já em João Pessoa, o custo da cesta não variou e as quedas mais expressivas ocorreram na região Norte: com destaque para Porto Velho, com recuo de 3,6%, e Boa Vista, onde a queda média ficou na casa dos 2,5%.
Já em Rio Branco e-em Manaus, o conjunto básico de alimentos ficou em torno de 1,5% mais barato entre novembro e dezembro.
No décimo segundo mês do ano, a cesta básica mais cara foi registrada, mais uma vez, na capital paulista: R$ 845,95. Em Florianópolis o custo também ficou acima de R$ 800 reais,
Já a cesta mais barata foi a de Aracaju: R$ $ 539,49, na média. A cesta também custou menos de R$ 600 em Maceió, Porto Velho e Recife.
Mas vale registrar que no Norte e no Nordeste a composição da cesta monitorada é um pouco diferente.
A quantidade de carne pesquisada, por exemplo, é menor; além disso, a batata não faz parte da cesta e não se coleta o preço da farinha de trigo, como nas capitais das demais regiões, e sim da farinha de mandioca.





