A situação econômica de Cuba é gravíssima. Os efeitos malignos dos 60 anos de bloqueio econômico dos EUA foram potencializados pela administração Trump. O país está à beira de um colapso, com reservas de petróleo no final.
Países como México e Vietnam estão ajudando com remessa de alimentos e remédios. O MST também enviou 1700 quilos de remédios prioritários para a região de Santiago, afetada pelo furacão Melissa.
O esporte também sofre. Todas as atividades esportivas foram adiadas. A seleção masculina de basquete enfrentará o Uruguai no Panamá, onde já estaria para enfrentar os panamenhos.
A corredora Anisleydis Ochoa é campeã cubana dos 10 mil, 5 mil e 3 mil c/obstáculos, provas que estavam abandonadas em Cuba. Foi um ressurgimento, conseguiu índice até para o último Mundial. Recebeu um convite para treinar por um mês na altitude mexicana, mas a Federação cubana adiantou que não tem dinheiro para pagar as passagens de avião para ela e seu treinador. Esta fazendo uma campanha de arrecadação.
Os EUA se recusam a vender bolas de basebol para Cuba. Elas são adquiridas, por preço muito maior, do Japão.
São muitos outros exemplos.
Cuba resiste. Trump? Não sei.
Fonte: Revista Fórum
