Moradores de 24 das 27 capitais brasileiras pagaram mias pela cesta básica de alimentos em dezembro.
É o que revela levantamento realizado pelo Dieese, em parceria com a Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento.
Manaus registrou a maior alta, de 4,4%. Em Palmas e no Rio de Janeiro, a alta ficou em torno de 3,3%.
Destaque negativo também para Fortaleza, Cuiabá, Aracaju, Vitória e Belo Horizonte, com altas entre 2% e 2,5%.
As únicas três capitas onde os preços médios da cesta básica oscilaram no campo negativo foram Teresina e São Luís, com recuos na casa de meio por cento, e Natal, onde o preço do conjunto básico de alimentos foi, ficou, em média, 0,2% mais barato em janeiro, na comparação com dezembro.,
Falando em valores, no primeiro mês de 2026, a cesta básica mais cara foi registrada, mais uma vez, na capital paulista: R$ 854,37. No Rio de Janeiro, em Cuiabá e em Florianópolis, o custo também ficou acima de R$ 800.
Já a cesta mais barata foi a de Aracaju: R$ 552,65, na média. A cesta também custou menos de R$ 600 em Maceió e em Natal.
Mas vale registrar que no Norte e no Nordeste a composição da cesta monitorada é um pouco diferente.
A quantidade de carne pesquisada, por exemplo, é menor; além disso, a batata não faz parte da cesta e não se coleta o preço da farinha de trigo, como nas capitais das demais regiões, e sim da farinha de mandioca.
