Centenas de pessoas já perderam a vida, em 2026, nas rotas migratórias em direção à Europa
De acordo com dados da a Organização Internacional para as Migrações, agência ligada à ONU, ao menos 606 migrantes morreram ou desapareceram nesses dois primeiros meses do ano,
Apenas em janeiro, para se ter uma ideia, foram 459 mortes ou desaparecimentos confirmados. Foi o janeiro mais letal para os migrantes desde que esse tipo de contagem começou a ser feita, em 2014.
A rota do Mediterrâneo Central, que liga o norte da África à Itália e a Malta, permanece como o caminho mais perigoso do mundo para quem busca refúgio ou melhores condições de vida.
A maioria dos migrantes que se arriscam em embarcações precárias vem de países em conflito ou crise profunda, como o Sudão e o Egito, fugindo de situações de vulnerabilidade extrema em busca de proteção em solo estrangeiro.
Ainda segundo a agência da ONU, desde que o monitoramento começou, há 12 anos, já são mais de 34 mil vidas perdidas no mar.
