
O Ministério da Saúde autorizou a ampliação do uso de um antibiótico conhecido pela eficácia na prevenção de infecções sexualmente transmissíveis.
A partir de agora, o medicamento passa a ser oferecido no SUS como uma medida de profilaxia pós-exposição, voltada especificamente para evitar o desenvolvimento de casos de sífilis e clamídia em pessoas que tiveram contato com as bactérias.
A decisão foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS e publicada oficialmente no Diário Oficial da União.
Com a nova diretriz, o medicamento de cem miligramas entra no protocolo preventivo para frear o avanço dessas infecções bacterianas.
A sífilis e a clamídia são infecções curáveis, mas que podem apresentar sérias complicações se não forem tratadas adequadamente.
A transmissão ocorre principalmente por meio de relações sexuais sem preservativo ou da gestante para o bebê.
A sífilis tem como sintomas mais comuns, no início, feridas indolores, mas a infecção podem evoluir e causar complicações graves em órgãos.
Já a clamídia, que é uma das infecções bacterianas mais comuns no mundo, afeta principalmente os órgãos genitais, a garganta e os olhos de homens e mulheres com vida sexual ativa. O grande desafio dessa condição é que ela costuma ser silenciosa, não apresentando sintomas em boa parte dos casos.
Segundo o Ministério da Saúde reforça, o uso do antibiótico deve seguir orientação médica rigorosa para garantir a eficácia do tratamento e a proteção da população.






