Encher o tanque de combustível pesou menos no bolso dos brasileiros ao longo de 2025.
É o que revela o Monitor de Preços de Combustíveis, levantamento elaborado pela Fipe, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, em parceria com a Veloe.
No quarto trimestre do ano passado, o motorista brasileiro comprometeu, em média, 5,7% da renda domiciliar para encher o tanque com 55 litros com gasolina, menos que os 6% necessários para abastecer o veículo no mesmo período de 2024.
A recuperação da renda real das famílias e uma maior estabilidade nos preços das bombas ajudam a explicar o alívio financeiro.
Análise por região mostra que o impacto no orçamento diminuiu em praticamente todas elas, mas, enquanto no Sudeste e no Sul o peso do combustível terminou o ano gira em torno de 5%, no Nordeste o abastecimento chega a consumir quase 9% do orçamento das famílias.
Os dados mais recentes do Monitor de Preços de Combustíveis mostram que, em fevereiro, o preço médio da gasolina comum no país ficou em 6 reais e 38 centavos, apresentando um leve recuo em relação ao mês anterior.
O diesel comum também ficou ligeiramente mais barato, sendo comercializado ao preço médio de 6 reais e 13 centavos, em fevereiro.
Já o etanol encareceu 1,5% em relação a janeiro e fechou o segundo mês do ano custando, em média, 4 reais e 70 centavos.





