Comprar imóveis residenciais no Brasil ficou 1% mais caro nos primeiros três meses deste ano.
É o que mostra o índice Índice FipeZap, apurado pela FGV, que acompanha a variação dos preços médios de moradias prontas em 56 cidades brasileiras, com base em anúncios veiculados na Internet.
A alta no trimestre foi registrada em 51 das localidades monitoradas, incluindo 20 das 22 capitais que fazem parte da pesquisa, com destaque para Belém, com alta média no período de 4,9%, e para Manaus, onde comprar um imóvel novo para morar ficou, em média, 3% mais caro nos primeiros três meses de 2026.
Ainda falando das capitais, Fortaleza, Vitória, Florianópolis, Salvador, Campo Grande, Natal, Brasília, Maceió, Aracaju e Teresina também registraram encarecimentos acima da média nacional, ou seja, superiores a 1%.
Já as duas capitais que registraram recuos nos preços médios de venda dos imóveis residenciais foram Curitiba, onde os preços ficaram 0,88% mais baratos, e Belo Horizonte, com recuo próximo a meio por cento.
Falando em valores, o preço médio de venda de imóveis residenciais, calculado para as 56 cidades, terminou o terceiro mês do ano custando 9.720/m².
Considerando as 22 capitais que integram o cálculo do Índice FipeZAP, Vitória foi a que apresentou o maior preço médio: R$ 14.603/m²; depois aparece Florianópolis, onde o metro quadrado da casa própria terminou março custando, em média, R$ 13.106, e São Paulo, onde o valor ficou em R$ 11.995/m².
Já as duas capitais com metro quadrado mais barato para comprar um imóvel residencial são Aracaju e Teresina. Em ambas as capitais, o valor ficou abaixo dos 6 mil reais o metro quadrado.
