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Pesquisa aponta Otaviano Pivetta na liderança espontânea para o Governo de Mato Grosso

Mayke Toscano/Secom-MT

O tabuleiro eleitoral para a disputa do Governo de Mato Grosso em 2026 começou a ganhar contornos mais nítidos. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Veritá e divulgada na última quinta-feira (2) mediu o termômetro atual das ruas e revelou a força dos principais nomes da política estadual. O grande destaque do levantamento é a liderança do atual governador, Otaviano Pivetta, na modalidade espontânea.

Neste formato de pesquisa, o entrevistador não apresenta uma lista de opções ao eleitor, o que mede a força real do nome na memória da população. Pivetta lidera este cenário com 35,4% das intenções de votos válidos. Na sequência, aparecem o senador Wellington Fagundes com 24,5% e o senador Jayme Campos com 10,4%. O resultado evidencia o “recall” orgânico da atual gestão estadual.

Cenário Estimulado e Rejeição

O levantamento também testou a modalidade estimulada, na qual os nomes dos possíveis candidatos são apresentados ao eleitorado. Neste quadro, o cenário se inverte. O senador Wellington Fagundes assume a primeira colocação com 40,5% das intenções de voto. Otaviano Pivetta aparece em segundo lugar com 24,1%, seguido por Jayme Campos com 9,3%. A diferença de resultados sugere que o eleitorado de Fagundes é fortemente reativado quando o seu nome é colocado como opção direta na cartela.

Outro dado crucial medido pelo Instituto Veritá foi o índice de rejeição, revelando em quem o eleitor mato-grossense não votaria de jeito nenhum. O senador Jayme Campos enfrenta o maior desafio neste quesito, somando 44,9% de rejeição. A lista segue com Wellington Fagundes (20,3%) e Natasha Slhessarenko (19,7%).

Metodologia

A pesquisa do Instituto Veritá foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) sob o número MT-02322/2026. O levantamento ouviu presencialmente 1.220 eleitores em diversas regiões do estado, entre os dias 18 e 24 de março. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

Fonte: MT Agora

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