Falta menos de um mês para o início da Copa do Mundo de futebol da Fifa.
No próximo dia 11 de junho, 48 seleções começam a corrida em busca da mais cobiçada taça da modalidade.
A edição 2026 do Mundial, que será realizada no Canadá, México e Estados Unidos, terá um total de 104 jogos. É a maior edição da história.
Mas, de acordo com especialistas, as condições climáticas são um ponte de atenção nessa Copa.
Cerca de vinte e cinco por cento dos jogos devem ser disputados sob calor extremo, oferecendo riscos à saúde de atletas e torcedores.
De acordo com alertas de especialistas, as condições climáticas atuais são muito mais perigosas do que as registradas no mundial de 1994, realizado na mesma região.
Um levantamento apontou que ao menos uma em cada quatro partidas terá temperaturas que exigem medidas de segurança imediatas, como paradas para resfriamento.
Em cinco confrontos específicos, a previsão é de calor acima do limite considerado seguro para a prática esportiva, o que, pelas normas internacionais, poderia levar até ao adiamento dos jogos.
Entre as cidades com maior risco de temperaturas críticas estão Miami, Dallas e Houston.
A seleção brasileira joga em Miami na terceira rodada, contra a Escócia.
A Fifa garante que está atenta a está questão e já confirmou que todas as partidas da competição terão pausas obrigatórias de três minutos para hidratação em cada tempo de jogo.
