
Novo exame oferecido no Sistema Único de Saúde acelera o diagnóstico de câncer de intestino.
O FIT, teste imunoquímico fecal, faz parte do novo protocolo nacional para rastreamento do câncer colorretal no SUS. Ele vai ser o exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos.
De acordo com o Ministério da Saúde, a medida deve ampliar o acesso de mais de 40 milhões de pessoas à prevenção e detecção precoce da doença.
O câncer de intestino é hoje o segundo tipo de câncer mais comum no Brasil, atrás somente dos tumores de pele não melanoma.
O FIT é um exame de fezes que detecta pequenas quantidades de sangue oculto, que podem ser sinais de pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino.
O teste usa anticorpos específicos para identificar sangue humano, o que aumenta a precisão do diagnóstico.
Funciona assim: o paciente recebe um kit para coleta em casa e retira uma pequena amostra de fezes com uma haste que é colocada em um tubo coletor. Depois, o material segue para análise em laboratório.
Se o resultado apontar presença de sangue oculto, o paciente é encaminhado para exames complementares. O Instituto Nacional do Câncer prevê 53 mil e 800 casos por ano no país entre os anos de 2026 e 2028.






