A prévia da inflação oficial de junho indica desaceleração da alta do custo de vida no Brasil.
O IPCA-15, medido pelo IBGE, fechou em 0,41% neste sexto mês do ano, ficando 0,21 ponto percentual abaixo da taxa de maio, que foi de 0,62%.
O resultado foi puxado principalmente pelos grupos de alimentação e habitação, que, juntos, responderam por 66% do índice do mês.
No bolso do consumidor, o maior impacto individual veio da conta de luz residencial, que subiu pouco mais de dois por cento por conta da bandeira tarifária amarela, que taxa o consumo de energia em todo o país.
A cesta de compras das feiras e supermercados também pesou, com altas expressivas na batata-inglesa, no tomate e no feijão-carioca.
Por outro lado, o alívio na inflação veio dos postos de combustíveis, com quedas nos preços da gasolina e do etanol hidratado no período de medição do IPCA-15, que são os últimos 15 dias do mês anterior e os 15 primeiros dias do mês vigente.
Na análise por regiões, Brasília registrou a maior alta do custo de vida no período
Já Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador tiveram os menores índices do território nacional.
