
Comprar imóveis residenciais no Brasil ficou 2,42% mais caro nos primeiros seis meses deste ano. O resultado ficou abaixo da inflação oficial no período, que superou os 3,5%.
É o que mostra o índice Índice FipeZap, que acompanha a variação dos preços médios de moradias prontas em 56 cidades brasileiras, com base em anúncios veiculados na Internet.
A alta no semestre foi registrada em 55 das 56 localidades monitoradas, incluindo 21 das 22 capitais que fazem parte da pesquisa, com destaque para Manaus e Vitória, onde o encarecimento médio superou 7%.
De modo geral, considerando as capitais, apenas Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba registraram altas menores do que os 2,42% da média nacional.
Já Porto Alegre foi a única cidade contemplada na pesquisa onde houve queda nos preços médios de venda de imóvel residencial no primeiro semestre. O recuo ficou na casa de 0,1%.
Falando em valores, o preço médio de venda de imóveis residenciais, calculado para as 56 cidades, terminou o sexto mês do ano custando 9 mil, 853 o metro quadrado.
Considerando as 22 capitais que integram o cálculo do Índice FipeZAP, Vitória foi a que apresentou o maior preço médio do metro quadrado em junho: 15 mil, 210 reais. Depois aparece Florianópolis, onde o metro quadrado da casa própria terminou junho custando, em média, 13 mil, 365, e São Paulo, onde o valor ficou em 12 mil e 55 reais.
Já a capital com metro quadrado mais barato para comprar um imóvel residencial é Aracaju. Foi a única, inclusive que em que o valor ficou abaixo dos 6 mil reais o metro quadrado: 5 mil, 697.




