Tragédia no Zoológico: Veterinário morto por Leão que cuidava há anos

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Uma fatalidade abalou a comunidade acadêmica da Universidade Obafemi Awolowo na Nigéria. Olabode Olawuyi, o veterano tratador do zoológico da instituição, foi tragicamente assassinado pelo leão que alimentava, informou a universidade por meio de um comunicado oficial na segunda-feira.

Enquanto realizava a rotineira tarefa de alimentar os felinos, Olawuyi encontrou-se em uma situação perigosa. Apesar dos esforços imediatos dos colegas, infelizmente, sua vida foi reivindicada por um dos leões que cuidava, revelou o comunicado. No subsequente procedimento de emergência o leão responsável pelo ataque foi abatido.

Possuindo uma longa experiência com os animais, como um técnico veterinário dedicado, Olawuyi vinha nutrindo os leões desde seus primeiros dias de vida no campus universitário, cerca de nove anos antes do incidente, de acordo com Abiodun Olarewaju, o porta-voz da universidade que se pronunciou à BBC. A causa do súbito comportamento agressivo do leão ainda é desconhecida.

O episódio dramático foi amplamente divulgado nas redes sociais, capturando a atenção e a emoção do público nigeriano. A universidade entrou em luto pela perda de Olawuyi, com uma comitiva se dirigindo à sua residência para oferecer condolências à família enlutada.

Adebayo Simeon Bamire, o vice-reitor, expressou sua profunda consternação com o ocorrido e prontamente iniciou uma investigação rigorosa sobre as circunstâncias por trás desse trágico acidente.

O incidente levou a especulações de falha humana com Abbas Akinremi, líder do sindicato estudantil, indicando que o erro poderia ter sido um descuido do tratador, que possivelmente deixou a porta do recinto dos leões destrancada após a alimentação.

Enquanto isso, Abba Gandu, um cuidador de leões experiente, com mais de meio século de atuação em um zoológico em Kano, ao norte do país, caracterizou o acontecimento como profundamente lamentável e apelou por reforço nas medidas de segurança aplicadas em zoológicos para prevenir incidentes semelhantes no futuro.

Foto ilustrativa