A fila de requerimentos do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS, fechou o mês de junho com um milhão e oitocentos mil pedidos, atingindo o menor patamar registrado nos últimos 21 meses.
Os dados foram apresentados nesta semana na reunião do Conselho Nacional de Previdência Social, em Brasília.
O balanço aponta que mais de oitocentos mil processos já estão na fase inicial de avaliação, enquanto o restante se divide entre pedidos que aguardam análise há mais de quarenta e cinco dias ou que dependem do envio de documentos complementares por parte do próprio segurado.
De acordo com a diretoria do órgão, a redução no estoque de processos é reflexo direto de um pacote de medidas que inclui a contratação de novos analistas e peritos médicos, além da ampliação dos mutirões de atendimento.
Outro fator que tem colaborado para acelerar as análises é o uso da telemedicina e do sistema de análise documental de atestados para auxílio-doença, o que dispensa a necessidade da perícia presencial em diversos casos e ajudou o instituto a bater o recorde histórico de concessões no primeiro semestre.
A melhora nos serviços também trouxe um alívio nos canais de atendimento, com uma queda de 44% no número de reclamações por demora registradas na Ouvidoria do INSS nos primeiros cinco meses deste ano.
Os números do INSS mostram que o Instituto vem concedendo, em média, 700 mil benefícios por mês.
Atualmente, o tempo médio para a conclusão e resposta definitiva de um requerimento gira em torno de cinquenta dias em todo o país.




